Há uns tempos que ando com a ideia de fazer um dimmer "universal", isto é, em vez de andar a fazer dimmers para cada "aparelho", fazer antes algo que pudesse ser ligado consoante fosse preciso. Eu sei que tenho de ter em conta a potencia máxima da carga a comandar, a natureza dessa carga ( se é predominantemente resistiva, indutiva ou capacitiva ). Também sei que haverá "aparelhos" que não se poderão ligar, tipo motores de indução, etc... Neste momento, o meu "projecto" está neste ponto:
Mesmo sabendo que existem triacs que já são "snubbered", isto é, que não é preciso acrescentar uma malha snubber externa ao circuito para proteção, mesmo assim coloco a resistência de 1.6k para "limitar" o "inductive kick" da comutação para off do triac, e assim protege-lo. Eu tenho a noção que isso será contraproducente em termos da capacidade de controlo para cargas de menor potencia, mas a ideia é priorizar a proteção dos componentes em detrimento da "gama" de controlo da carga... o triac será escolhido de modo a suportar o máximo de tensão possível ( ao que parece, só existem no mercado até 1200V ) e de 15A em termos de corrente...
o condensador de 47 nanofarads é de polietileno 100V, e o condensador de 150 nanofarads é da classe X2, 315Vac. As resistências de 1k e de 10k são ambas de 2W, e o diac é de 32V. A "resistência" de 1.6k, na realidade são duas resistências de cerâmica de 820 ohms, 20W cada uma, em série.
Digam de vossa justiça.
Dimmer "universal"
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helioneves
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Re: Dimmer "universal"
É verdade que existem triacs que apesar de terem o contacto metálico para encostar ao dissipador, não têm continuidade elétrica com ele, ou seja, não há problema se lhe tocarmos com a mão? Eu pensava que todos os de contacto metálico eram "eletricamente activos"...