quadro principal e quadro secundário
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joaquimduar
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quadro principal e quadro secundário
Tenho um quadro principal e pretendo alimentar um quadro secundário noutra divisão da casa, a cerca de 7 metros do quadro principal. Pretendo colocar no quadro principal um disjuntor geral que liga ao diferencial do primeiro quadro e liga a um outro disjuntor geral que irá ligar ao diferencial do segundo quadro. De cada um dos diferenciais de cada um dos quadros ligam-se os todos os outros disjuntores dos circuitos da casa.
Pretendia que me dissesse (eu sou um aprendiz de eletricidade) se estou a pensar bem e qual deverá ser a amperagem destes disjuntores gerais (30A?)
obrigado
Pretendia que me dissesse (eu sou um aprendiz de eletricidade) se estou a pensar bem e qual deverá ser a amperagem destes disjuntores gerais (30A?)
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Re: quadro principal e quadro secundário
O disjuntor geral é o magneto-térmico,certo?
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Re: quadro principal e quadro secundário
Eu diria que depende da sua potência contratada. ou da corrente máxima que quer para uma certa zona.
Veja o exemplo:
Os meus pais contrataram 6,9 kVA de potência aparente da empresa, convertendo para potência ativa pelo triângulo das potências:
S = raiz(P² + Q²)
S - potência aparente (kVA)
P - potência ativa (kW)
Q - potência reativa (kVAR)
Com um fator de potência ideal com φ = 0:
P = S × cos φ (=)P = 6900 × cos 0 (=) P = 6900 × 1
S ≈ P
Pela lei de Ohm:
i = P ÷ u
i - corrente AC ( A)
P - potência ativa (W)
u - tensão monofásica (220V-230V)
Então dá de corrente:
6900 ÷ 230 ≈ 30 A
O meu ICP (Interruptor de Controlo de Potência) do quadro tem o valor de 30 A, e se ultrapassar esse valor, o ICP dispara. Ou seja, o valor de corrente do seu disjuntor geral deve ser igual ou inferior a esse valor.
Se eu estiver errado alguém que me corrija pfv.
O ICP é colocado pela empresa fornecedora de energia.
Veja o exemplo:
Os meus pais contrataram 6,9 kVA de potência aparente da empresa, convertendo para potência ativa pelo triângulo das potências:
S = raiz(P² + Q²)
S - potência aparente (kVA)
P - potência ativa (kW)
Q - potência reativa (kVAR)
Com um fator de potência ideal com φ = 0:
P = S × cos φ (=)P = 6900 × cos 0 (=) P = 6900 × 1
S ≈ P
Pela lei de Ohm:
i = P ÷ u
i - corrente AC ( A)
P - potência ativa (W)
u - tensão monofásica (220V-230V)
Então dá de corrente:
6900 ÷ 230 ≈ 30 A
O meu ICP (Interruptor de Controlo de Potência) do quadro tem o valor de 30 A, e se ultrapassar esse valor, o ICP dispara. Ou seja, o valor de corrente do seu disjuntor geral deve ser igual ou inferior a esse valor.
Se eu estiver errado alguém que me corrija pfv.
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joaquimduar
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Re: quadro principal e quadro secundário
ok, obrigado pela informação. A potência contratada é de 3,5 mas no futuro poderá ser de 6,9
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Re: quadro principal e quadro secundário
Não vale a pena fazer tantas contas com KVA e KVAR, contratos até 41.4Kva, só é contabilizada potência ativa KW.Mestre Verde Escreveu: 10 fev 2026, 23:14 Eu diria que depende da sua potência contratada. ou da corrente máxima que quer para uma certa zona.
Veja o exemplo:
Os meus pais contrataram 6,9 kVA de potência aparente da empresa, convertendo para potência ativa pelo triângulo das potências:
S = raiz(P² + Q²)
S - potência aparente (kVA)
P - potência ativa (kW)
Q - potência reativa (kVAR)
Com um fator de potência ideal com φ = 0:
P = S × cos φ (=)P = 6900 × cos 0 (=) P = 6900 × 1
S ≈ P
Pela lei de Ohm:
i = P ÷ u
i - corrente AC ( A)
P - potência ativa (W)
u - tensão monofásica (220V-230V)
Então dá de corrente:
6900 ÷ 230 ≈ 30 A
O meu ICP (Interruptor de Controlo de Potência) do quadro tem o valor de 30 A, e se ultrapassar esse valor, o ICP dispara. Ou seja, o valor de corrente do seu disjuntor geral deve ser igual ou inferior a esse valor.
Se eu estiver errado alguém que me corrija pfv.
O ICP é colocado pela empresa fornecedora de energia.
Até conheço alguns contratos em BTE 42Kva, que só é contabilizada potência ativa.
Teoria é quando se sabe tudo mas nada funciona. Prática é quando tudo funciona mas ninguém sabe porquê... aqui alia-se a teoria à prática... nada funciona e ninguém sabe porquê!!
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Re: quadro principal e quadro secundário
Podia escrever diretamente:Mestre Verde Escreveu: 10 fev 2026, 23:14 Eu diria que depende da sua potência contratada. ou da corrente máxima que quer para uma certa zona.
Veja o exemplo:
Os meus pais contrataram 6,9 kVA de potência aparente da empresa, convertendo para potência ativa pelo triângulo das potências:
S = raiz(P² + Q²)
S - potência aparente (kVA)
P - potência ativa (kW)
Q - potência reativa (kVAR)
Com um fator de potência ideal com φ = 0:
P = S × cos φ (=)P = 6900 × cos 0 (=) P = 6900 × 1
S ≈ P
Pela lei de Ohm:
i = P ÷ u
i - corrente AC ( A)
P - potência ativa (W)
u - tensão monofásica (220V-230V)
Então dá de corrente:
6900 ÷ 230 ≈ 30 A
O meu ICP (Interruptor de Controlo de Potência) do quadro tem o valor de 30 A, e se ultrapassar esse valor, o ICP dispara. Ou seja, o valor de corrente do seu disjuntor geral deve ser igual ou inferior a esse valor.
Se eu estiver errado alguém que me corrija pfv.
O ICP é colocado pela empresa fornecedora de energia.
S = V × I <=> I = S / V <=> I = 6900 / 230 = 30 A
Certo?
Mesmo que o cos φ não seja 1, vai ter os 30A.
Atenção que:
1) P = V × I é só no caso especial de cos φ = 1, a regra geral é P = V × I × cos φ (para circuitos AC);
2) a 1ª Lei de Ohm diz que R = V / I, não tem nada a ver com a potência; talvez esteja a fazer confusão com a Lei de Watt P = V × I (para circuitos em DC).
Já agora (off-topic), qual é a 2ª Lei de Ohm?
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Re: quadro principal e quadro secundário
Esta é a "segunda" lei de Ohm:
Em vez do "S" pode estar um "A".
Tem razão aquilo não é a lei de ohm, eu é que me enganei, desculpe hahahah.
Tem razão aquilo não é a lei de ohm, eu é que me enganei, desculpe hahahah.
Não tem Permissão para ver os ficheiros anexados nesta mensagem.
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Re: quadro principal e quadro secundário
E sim a forma mais correta era ir diretamente pela potencia aparente em vez de ir pela potencia resistiva. 
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